quarta-feira, 10 de novembro de 2010


"Hoje eu não to a fim de corre-corre, confusão...

Quero passar a tarde estourando plástico bolha..."


(karina Buhr)

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

o consumo da sustentabilidade

Tenho observado ultimamente como a bandeira da sustentabilidade está em voga.
É a sustentabilidade como marketing e, pasmem, vendendo muito.

Na contrasustentabilidade, se é que assim posso afirmar, estão crescendo os incentivos consumistas e, nesta falsa perspectiva sustentável, cativam o coração do consumidor que, por sua vez, consome e ainda acha que consome "bem".

Consumo sustentável.

Mas além desse consumo - nada sustentável, na minha opinião -, o que está por trás dele pode ser bem mais complexo do que imaginamos... Ah! E enriquecedor para poucos, sera que nao?

Assim, no barco da sustentabilidade tem um tesouro que pode ser bem rentavel. Vários já pegam carona e ganham uma "nota".

Recentemente, um grande festival de música - sustentável, lógico - fez um papel no mínimo feio e afrontador da capacidade racional, ferindo a miúde a cabeça de gente como eu.

E o pior não é isso. O ruim mesmo, é o incentivo dado pela mídia que fez a "coisa" parecer bem legal e ecologicamente incontestavel.

Mídia e consumo... prato cheio ... e qualquer sustentabilidade pode ser engarrafada em embalagens plásticas. Não há problema, afinal, depois amassamos tudo e reciclamos.

E que glória... 450.000 toneladas de lixo reciclado.

Ops, mas uma pergunta martelou ... Havia necessidade de produção de tanto lixo???

Produz-se muito lixo para que a reciclagem seja considerável e apareça na mídia como um grande bem para a humaninidade?

Balela... Destas 450.000 toneladas de lixo, metade, certamente, não precisaria ter sido produzido. Afinal, imaginem que no tal festival sustentável, comprava-se uma latinha de cerveja - ao preço nada sustentável de R$ 7,00 - e ainda um copo de plástico para tomar sua cerveja vinha "de brinde". Great!!! Fantástico...que pessoal correto...

Que pena, penso eu, lixo prejudicial, sendo produzido para impressionar nos números...

Como de cada banda que dou, tento extrair uma conclusão, desta não foi diferente...E ainda bem que a música salvou a pobre sustentabilidade - a infra dos shows estava perfeita - que já virou palavrinha de somenos importância na boca de uma pequena camada do povo, bem pequena, mas que lucra muito com isso...

E lembro agora de algo que li certa vez e guardei: Só Som Salva!

sexta-feira, 5 de novembro de 2010



Mas eu tenho ainda um grande amor pra te dar

quero saber se vc. aceita ele como for...

my love...
this is your love...

E as vezes a gente pula

contra a vontade do chão...

quinta-feira, 4 de novembro de 2010


E se você tiver que escolher entre você e seu amor

Você escolhe quem?





"A vida é o dever que nós trouxemos para fazer em casa.
Quando se vê, já são seis horas!
Quando se vê, já é sexta-feira...
Quando se vê, já terminou o ano...
Quando se vê, perdemos o amor da nossa vida.
Quando se vê, já passaram-se 50 anos!

Agora é tarde demais para ser reprovado.

Se me fosse dado, um dia, outra oportunidade, eu nem olhava o relógio.
Seguiria sempre em frente e iria jogando, pelo caminho, a casca dourada e inútil das horas.

Desta forma, eu digo:
Não deixe de fazer algo que gosta devido à falta de tempo, a única falta que terá, será desse tempo que infelizmente não voltará mais."

Mário Quintana

quarta-feira, 3 de novembro de 2010


Longe, bem longe daqui, assisti uma brasileira chamar a atenção do público, mostrando nossa música em toda a sua melhor qualidade.
Karina Buhr.
Esse é o nome da moça.
Linda e com uma melodia incrível...pernambucana (para variar). Cumadre Fulozinha era a banda da qual fazia parte originalmente.
E na banda, nada mais do que Edgar Scandurra e Catatau...
O show foi nota dez.
Além do que, é sempre bom ver nossa brasilidade impregnando "nas gringa"...
Vale conhecer.
Karina Buhr é o nome da moça...